http://youtu.be/vp2RHwiSEjE
Produzido por INTER 1.
INTER 1
segunda-feira, 11 de junho de 2012
sexta-feira, 8 de junho de 2012
domingo, 3 de junho de 2012
STIGMATA
Belo Quinto, uma fictícia cidade no sudeste do Brasil, recebe a visita do padre Andrew Kiernan, que foi enviado pelo Vaticano para investigar uma igreja que tem a estátua de uma santa que verte lágrimas de sangue. Lágrimas estas que começaram no dia em que o padre Paulo Almeida, o responsável pela igreja, morreu. Enquanto Kiernan fotografava a estátua, que sangrava, um garoto furta um rosário que estava junto do corpo do falecido e vende o terço para uma turista, que por sua vez manda de presente para Frankie Paige, uma cabeleireira que reside em Nova York.
Em pouco tempo, ela passa a ser vítima de "estigmas", chagas idênticas às de Cristo, e Andrew Kiernan se torna o encarregado de investigar o fenômeno. Inicialmente Kiernan descarta a possibilidade dos "estigmas", pois todos os "estigmatas" são pessoas bastante religiosos e Paige não acredita em Deus. Mas Kiernan vê o suficiente para quebrar os padrões estabelecidos pelo Vaticano, e acredita que se ele não fizer algo, Frankie pode morrer. Gradativamente, ele passa a suspeitar que seu superior, o cardeal Daniel Houseman, não quer que toda a verdade venha tona.
domingo, 27 de maio de 2012
ONDE FOI PARAR O DADAÍSMO?
Absolut Vodka
Absolut Vodka Black & White | Comercial
Absolut Vodka Black & White | Comercial
Um filme por Fresh Video Advertising and Commercial.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
ONDE FOI PARAR O DADAÍSMO?
A utilização do irreverente movimento, por mais incrível que pareça, é extremamente utilizada pela publicidade de marca e de moda. O nonsense que não se aproxima do surrealismo e que causa um mau estar "gostoso" e uma plástica incrível costuram por entre os diversos elementos que caracterizam este movimento tão curto, mas tão "belo".
Christian Dior
Secret Garden - Versailles | Extended version
Secret Garden - Versailles | Extended version
Um filme de Inez van Lamsweerd e Vinoodh Matadin, estrelando Daria Strokus, Melissa Stasiuk e Xiao Wen Ju em La Galeries Des Glaces - Château de Versailles.
Música 'Enjoy the Silence' de Depeche Mode.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
O CINEMA DADAÍSTA
O cinema dadaísta é de difícil digestão. Envolve enigmas simbólicos, metáforas desafiantes e provoca no espectador sempre a dúvida. Faz refletir, pensar sobre os processos acerca do fazer artístico e do próprio conceito da obra cinematográfica.
O cinema passou por um processo de transformação da imagem e dos suportes. E, para abordar o discurso de cinema no Dadaísmo, não devemos esquecer-nos de mencionar uma das principais escolas de cinema: a Avant-Garde francesa.
A Avant-Garde começou nos anos 20 por Louis Delluc e Germane Dulac. A intenção era a libertação da imagem da influência literária, com a concepção de um "cinema puro". Foi um movimento de renovação cinematográfica. Os filmes, abstratos e de crítica à sociedade, procuravam expressar sentimentos e ideias para além da dimensão narrativa do cinema clássico.
Foi a partir desta mudança no cenário francês que surgiu o cinema dadaísta, que se caracterizou pelas pesquisas plásticas feitas pelos artistas na década de 20. Na Alemanha valorizando as composições visuais abstratas em "movimento". E, na França, com um cunho figurativo, interessavam-se pelos movimentos, recursos de montagem, e outros truques visuais para abordar o concreto. Os dadaístas são anarquistas e provocadores em suas abordagens sobre um determinado assunto.
Entre'Acte de René Clair (1924)
O Dadaísmo foi um movimento de curta duração e, devido a isso, teve poucas obras representativas no cinema. A obra prima foi o Entre’Acte (1924) de René Clair. Clair afirmou que pela primeira vez na história a imagem se encontrava absolvida de qualquer necessidade de significar. O arbitrário, o absurdo e o simbólico encontravam-se misturados ao cotidiano de tal forma que qualquer espectador sensível não podia ficar passivo ao assistir o filme. O cinema dadaísta não pede a participação do público, ele exige isso. Entre' Acte significa "intervalo" e foi exatamente entre os atos de uma peça de Francis Picabia (Relâche) com música de Erik Satie que o filme estreou. Não poderia ser mais dadaísta.
Le Retour a la Raison de Man Ray (1923)
Totalmente irracional e sem lógica.
Anemic Cinema de Marcel Duchamp (1926)
Referências:
domingo, 29 de abril de 2012
DADAÍSMO
E foi escolhida a vanguarda que guiará as produções da INTER 1! Nosso diretor decidiu seguir um percurso desafiador e intrigante, algo que pudesse nos levar ao extremo artístico. E, para tal, a partir de hoje seremos Dadaístas! E, para começar nossa nova fase, introduziremos um pouco sobre o que é a arte Dadaísta e como seus artistas atuavam.
"Arte sem amarras, liberdade total do pensamento"
Dadaísmo, ou Dadá, foi um movimento artístico da vanguarda (francesa) artística moderna iniciado em Zurique, em 1916, no chamado Cabaret Voltaire. Era formado por um grupo de escritores, poetas e artísticos plásticos. Foi um movimento com forte conteúdo anárquico.
É o reflexo da perspectiva diante das consequências emocionais trazidas pela Primeira Guerra Mundial: sentimento de revolta, agressividade, indignação e instabilidade. O Dadaísmo é considerado a radicalização das três vanguardas europeias anteriores: o Futurismo, o Expressionismo e o Cubismo. Os artistas desse período eram contra o capitalismo burguês e à guerra. A intenção desta vanguarda era destruir os valores burgueses e a arte tradicional.
Trata-se de um movimento antipoético, antiartístico e antiliterário, visto que questiona até a existência da arte, da poesia e da literatura. O Dadaísmo é uma ideologia total, usada na forma de viver e como a absoluta rejeição de todo e qualquer tipo de tradição ou esquema anterior.
"Nossa cabeça é redonda para permitir ao pensamento mudar de direção"
É contra a beleza eterna, às leis da lógica, à eternidade dos princípios, à imobilidade do pensamento e contra o universal. Os adeptos deste movimento promovem mudanças: a espontaneidade, a liberdade da pessoa, o imediato, o aleatório, a contradição, defendem o caos perante a ordem e a imperfeição frente à perfeição.
Os Dadaístas proclamam a antiarte de protesto, do escândalo, do choque, da provocação, com o auxílio dos meios de expressão oníricos e satíricos. Baseiam-se no absurdo, nas coisas carentes de valor e introduzem o caos e a desordem em suas cenas, rompendo com as antigas formas tradicionais de arte.
Os maiores artistas do Dadaísmo foram Man Ray, Marcel Duchamp e Tristan Tzara.
Referências:
Aulas de Cinema com professora Celina do Rocio Paz Alvetti
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